terça-feira, 30 de junho de 2009

Estava sentindo esse pensamento dias atráz... com certeza é decorrente do processo pelo qual venho passando no Núcleo UHUU, nossas pesquisas...

As crianças não justificam as coisas. A cabeça de uma criança não procura justificativas para sentimentos ou sensações. Isso é bom de ser criança. Mas já não sou mais uma criança, e procuro justificar quase tudo, e isso me gera angústias, ansiedades...
No entanto acredito poder voltar a funcionar como a mente de uma criança, mente fluida.
Todo sentimento merece ser vivido e expressado. Assim, mesmo a tristeza é bela quando é sincera e profunda, e não uma couraça, uma camuflagem para outro sentimento.
"O mundo é apenas um mistério e deve ser tratado com tal" (Don Juan em "Uma estranha realidade" de Carlos Castaneda)
Assim o mundo dos seus pais (dos meus pais) e seus contratos secretos.
Não é "por que te fizeram isso ou aquilo" mas "por que você reagiu assim ou assado?".
Qual o sentimento profundo da vez? Que remexe lá dentro e faz vir o íntimo à tona?

No meu processo de humanização (à lá Nietzsche, talves), vou aprendendo a sorrir, a rir e estar à vontade, estar para a vontade, para o desejo. Para o meu desejo. Esse é meu aprendizado.

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